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Materiais de construção ficam mais caros em BH

Alta só não foi maior porque o preço do cimento caiu 4,75%, apontam pesquisas do Procon Assembleia de Minas.

Expresso de Minas

Apesar da queda de 4,75% no preço do cimento em Belo Horizonte, os materiais de construção em geral subiram, em média, 0,93% em julho de 2016. É o que mostram duas pesquisas realizadas pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizadas entre os dias 11 e 14/7/16 em 45 depósitos e 73 revendedoras de cimento na Capital mineira.

Consulte a pesquisa completa de preços de materiais de construção e de cimento

No caso do cimento, a redução se deu na comparação com os preços praticados em maio deste ano, período da pesquisa anterior. O Procon Assembleia acompanha o comportamento dos preços de seis marcas vendidas no mercado de Belo Horizonte. Desta vez, as que ficaram mais em conta foram a Cauê secagem lenta (-8,05%) e a Holcim secagem rápida (-6,80%). Foi constatada queda nas nove regiões pesquisadas, com destaque para a Noroeste, onde o preço médio do produto caiu 7,63%.

Já entre os materiais de construção em geral, o que mais encareceu foi a argamassa AC1, que subiu 2,25% em relação a junho de 2016. Por outro lado, a argamassa AC3 foi a que mais baixou de preço: -2,74%. No comparativo por região, enquanto que a Leste e a Noroeste registraram alta média superior a 10%, nas demais houve redução nos preços, sendo que o maior índice de queda ocorreu na região Centro-Sul, com -6,47%.

O Procon Assembleia encontrou disparidades superiores a 100% nos preços de um mesmo produto, dependendo do estabelecimento. O milheiro do bloco de concreto (10 x 19 x 39) foi encontrado desde a R$ 1.100 até R$ 2.800, ou seja, uma variação de 154,55%. Diferenças significativas foram detectadas também nos preços do bloco de concreto vazado e do tijolo maciço requeimado.

Com ALMG

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